Dica: quando alguém faz um título assim sensacionalista, ligue o alerta de picaretagem. Menos neste texto, já que eu usei o recurso para atrair atenção. Dito isso, continue lendo.
No meu processo de emagrecimento, uma compra fez toda a diferença. Seria um suplemento? Whey? Creatina? Uma frigideira antiaderente? Uma air fry? Não! O que definitivamente mais me ajudou no processo todo foi a “balancinha de traficante”, aquela que custa 20 pilinhas no Mercado Livre.
Eu sempre fui a muitos nutricionistas e recebia aquelas dietas de gaveta: café da manhã: pão com uma fatia pequena de queijo branco e uma fruta. Almoço: três colheres de sopa de arroz, uma concha pequena de feijão, um pedaço pequeno de carne magra, 3 colheres de legumes. Sobremesa: uma fatia de melão. E assim por diante.
Tirando a parte que essas dietas são extremamente monótonas e nada individualizadas, eu sempre me perguntei: “3 colheres? Mas quanto exatamente é isso? Uma concha pequena? Que raios é uma concha pequena? Uma fatia? Qual é o tamanho dessa fatia? O que seria um pedaço pequeno?”. E, assim, eu seguia a dieta por um mês (se tanto) e desistia.
Foi quando eu encontrei uma nutri que mandou comprar a tal da balancinha. E me ensinou a pesar os alimentos. A princípio, eu achava uma chatice, “eu, hein, precisa dessa paranoia toda?”.
E sabe o que eu percebi? Que a gente é um bando de féladapulta que adora se enganar. Quando eu comecei a pesar meus alimentos, eu percebi que minhas porções eram muito maiores do que o que eu precisava. Percebi que uma colher de arroz, ou 20g, é bem menos que os meus colherões. Percebi que todas essas porções que eu colocava “a olho” nos meus pratos acabavam sabotando a minha dieta. E a balancinha foi um verdadeiro choque de realidade.
Hoje, ela é minha companheira, há exatos 6 ANOS. Até quando eu quero dar uma flexibilizada e ter uma noção de quanto a mais eu estou comendo.
Se você está iniciando nesse processo, eu aconselho: compre uma balancinha. A balancinha não mente JAMAIS.


